Banheiro público, Adelaide, 2003.
Eu lembro; uma mulher é “shooting up”. Ele olha-me com um expressão cansada. “Desculpe, querida”.
Quero remover o colher, abraça-la, que meu amor poderia fazer suas veias cantar com doçura, como o heroin.
Mas eu só sorrio, e digo, “de nada”, porque é nada, acho que não posso fazer nada.